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17/04/2007 Umuarama terá unidade FEDERAL da UTFPR
Uma proposta que prevê a instalação de seis novas escolas técnicas no Paraná em quatro anos será apresentada pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC) ao presidente Lula nesta quinta-feira (15), em Brasília. Segundo uma reportagem da Gazeta do Povo, esta será a segunda etapa do projeto de expansão da rede federal de educação tecnológica. A primeira fase teve início no ano passado e deve aumentar, até o fim de 2007, o número de unidades espalhadas pelo país, que hoje é de 145, para 205.
Conforme o jornal, das 60 unidades previstas, 32 já estão concluídas. No Paraná, o câmpus de Londrina da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTPR) deve ser entregue até o fim do ano. Além disso, as unidades de ensino de Toledo, Apucarana e Francisco Beltrão também serão federalizadas no segundo semestre.
Vagas
Os municípios do Paraná que deverão receber as novas unidades são Paranaguá, Umuarama, Foz do Iguaçu, Telêmaco Borba e Santo Antônio da Platina. Uma sexta unidade estaria sendo estudada para Paranavaí ou Maringá. Cada unidade dessas será responsável pela abertura de cerca de 1,8 mil vagas. O investimento inicial em cada escola será de aproximadamente R$ 5 milhões. Para o projeto todo está prevista uma verba de R$ 1 bilhão.
A escolha das cidades foi feita com base na classificação dos ministérios da Indústria e Comércio e da Agricultura em relação às cidades-pólo, que seriam as que mais necessitariam de mão-de-obra capacitada. Segundo o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco, a idéia do projeto é implantar as escolas com base na vocação comercial e industrial de cada região.
Além da criação das novas escolas, a proposta prevê a transformação dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) em Institutos Federais de Ciência e Tecnologia. A exemplo do que aconteceu com o antigo Cefet-PR, que em 2005 foi elevado à condição de Universidade Tecnológica Federal, os outros centros espalhados pelo país teriam a autonomia para criar cursos e abrir novos câmpus. Entretanto, a proposta prevê que essas instituições se dediquem exclusivamente à formação nas áreas técnica e tecnológica.
FONTE: www.gazetadopovo.com.br
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